Pastor €stVpr@ sobrinha de 6 anos e tenta defender:“Não houve p€n3traçã0” ; assista
Líder religioso traiu a confiança da família, fugiu após o crime, mas acabou atrás das grades no interior do Rio Grande do Norte

Tudo começou no recesso do lar, onde o suspeito aproveitava-se de sua posição de destaque na família e na comunidade religiosa.
Um homem que deveria guiar os fiéis pelo caminho do bem acabou atrás das grades pelo pior dos pecados. Um pastor evangélico foi preso preventivamente pela polícia após confessar ter abusado sexualmente de sua própria sobrinha, uma criança de apenas 6 anos, no município de Águia Branca, no interior do Rio Grande do Norte. O acusado, que usava de sua forte influência e da total confiança da família para se aproximar da vítima, chegou a fugir logo após a repercussão do caso, mas foi capturado pelas forças de segurança. Diante das autoridades, ele admitiu o crime, mas tentou covardemente aliviar sua barra alegando que “não houve penetração”.
1. A Traição dentro de Casa
Tudo começou no recesso do lar, onde o suspeito aproveitava-se de sua posição de destaque na família e na comunidade religiosa para ficar a sós com a vítima. Valendo-se da fé e do respeito que todos tinham por ele, o pastor rompeu todas as barreiras da moralidade e abusou da sobrinha de apenas 6 anos.
2. A Descoberta e a Fuga Covarde
Assim que os abusos vieram à tona e o caso começou a repercutir na pequena cidade de Águia Branca, o clamor público e a revolta tomaram conta dos moradores. Percebendo que o cerco estava se fechando e que a casa havia caído, o líder religioso abandonou suas ovelhas e fugiu da região para tentar escapar da Justiça.
3. A Caçada e a Prisão
A fuga, no entanto, durou pouco. As forças de segurança agiram rápido, iniciaram as investigações e conseguiram rastrear o paradeiro do suspeito. Com um mandado de prisão preventiva em mãos, os policiais capturaram o pastor, tirando-o de circulação antes que fizesse novas vítimas.
4. A Confissão e a Desculpa Esfarrapada
Já na delegacia, encurralado pelas provas e pelo clamor da comunidade, o homem não teve como negar o absurdo. Ele confessou o crime contra a menina, mas, em um ato que revoltou ainda mais os investigadores, tentou atenuar a gravidade de sua conduta ao declarar textualmente que “não houve penetração”, como se isso diminuísse o tamanho da barbárie que cometeu.
O que Diz a Lei: Sem Alívio para o Monstro
A tentativa do pastor de limpar sua barra usando a ausência de conjunção carnal é um tiro no pé e não passa de uma ilusão jurídica. Nos crimes contra a dignidade sexual de vulneráveis, esse detalhe não muda em nada o tamanho do crime e muito menos diminui a sua gravidade.
De acordo com o Código Penal Brasileiro, a realidade bate duro contra o acusado:
Artigo 217-A: A conduta do pastor configura o crime de estupro de vulnerável.
A Regra é Clara: A lei abrange qualquer ato libidinoso praticado contra menores de 14 anos.
Sem Desculpas: O crime está perfeitamente caracterizado, independentemente de ter havido penetração ou não.
O acusado agora segue à disposição da Justiça e vai responder trancado no presídio pelo crime hediondo que chocou o Rio Grande do Norte.














