Pai manda filho de 8 anos furtar bateria que estava à venda em Goiânia; veja vídeo
Câmeras flagraram o menino pegando a bateria e voltando para o carro, enquanto o pai aguardava. Polícia Civil identificou os envolvidos e prendeu o suspeito

Segundo a investigação, o furto aconteceu quando o homem estacionou o veículo próximo ao local onde a bateria estava exposta.
A Polícia Civil prendeu um homem em Goiânia acusado de mandar o próprio filho, de apenas oito anos, furtar uma bateria de carro que estava exposta para venda em uma via pública. O crime foi registrado por câmeras de segurança, que mostraram toda a ação e permitiram a identificação dos envolvidos. O caso também abriu investigação para apurar as medidas de proteção que deverão ser adotadas em relação à criança.
Segundo a investigação, o furto aconteceu quando o homem estacionou o veículo próximo ao local onde a bateria estava exposta. As imagens mostram o menino descendo do carro, caminhando até o equipamento, pegando a bateria e retornando ao veículo. Logo depois, pai e filho deixaram o local.
As gravações se tornaram a principal prova da investigação. A partir da análise das imagens, policiais civis conseguiram identificar o automóvel utilizado na ação, localizar os ocupantes e prender o suspeito.
De acordo com a Polícia Civil, o homem teria ordenado que o próprio filho cometesse o furto para facilitar o crime e evitar levantar suspeitas. A corporação considera o uso de menores em práticas criminosas um fator que agrava a investigação.
Após a prisão, os investigadores deram continuidade ao inquérito para esclarecer todas as circunstâncias do caso, incluindo a responsabilidade do pai e as providências relacionadas à proteção da criança. Também serão colhidos depoimentos e verificados eventuais antecedentes dos envolvidos.
Até o momento, a Polícia Civil não divulgou informações sobre a situação judicial do suspeito nem informou qualquer medida relacionada ao menor.
A corporação também orientou comerciantes a redobrarem os cuidados com mercadorias expostas em vias públicas, alertando que produtos deixados em locais de fácil acesso podem se tornar alvo de criminosos. Além disso, reforçou que utilizar crianças e adolescentes para a prática de delitos é considerado um agravante nas investigações e pode resultar em consequências ainda mais severas para os responsáveis.














