Mulher mata sobrinha de seis anos por considerá-la ‘mais bonita’
O homicídio ocorreu durante uma festa de casamento

Uma menina de seis anos foi encontrada m⭑rta durante uma festa de casamento na última segunda-feira (1º), em Panipat, no norte da Índia. A principal suspeita do cr⭑me é a própria tia paterna da criança, identificada como Poonam, que confessou ter matado a sobrinha por considerá-la “m⭑is b⭑nita do que ela”, segundo autoridades locais.
De acordo com informações divulgadas pelo Daily Mail, Poonam relatou à polícia que afogou a menina para evitar que fosse “ofuscada” pela aparência da criança durante a cerimônia. Em depoimento, afirmou não suportar a ideia de que outra pessoa — especialmente uma criança — pudesse parecer mais atraente do que ela no evento familiar.
A família percebeu o desaparecimento da menina ainda durante a festa e iniciou buscas imediatas pelo local. Cerca de uma hora depois, a avó da criança, Omwati, encontrou o corpo da neta: ela estava com a cabeça submersa em um reservatório de água, com os pés ainda apoiados no chão, indicando que havia sido segurada ou forçada para baixo.
A menina foi levada às pressas para o NC Medical College, mas chegou sem vida. Os médicos confirmaram o ób⭑to assim que ela deu entrada na unidade.
Histórico de mortes confessadas
Durante o interrogatório, Poonam também admitiu ter assassinado outras três crianças. Segundo a polícia, ela relatou que em agosto deste ano matou outra menina na localidade de Siwah, motivada pela mesma sensação de inveja em relação à aparência da vítima.
A suspeita disse ainda que, em 2023, tirou a vida da filha de sua cunhada e, posteriormente, do próprio filho — neste último caso, segundo ela, como forma de afastar suspeitas sobre os demais cr⭑mes.
As investigações seguem em andamento para verificar a veracidade e as circunstâncias de todas as confissões. Até então, as mortes anteriores haviam sido registradas como acidentes. A polícia afirma que reabrirá cada um dos casos para reavaliação.
Poonam permanece presa, enquanto autoridades locais tentam reconstruir a cronologia das mortes e entender o possível padrão psicológico por trás das ações.












