Monstro da bicicleta é pego no flagra vigiando escola de vítima de 9 anos; assista
Mesmo em prisão domiciliar, Tom Estrela agia como se estivesse livre e rondava colégio da criança; polícia agiu rápido e o mandou de volta para o xilindró

Tudo começou quando o pedófilo, conhecido popularmente como “Tom Estrela”, atacou o menino de apenas 9 anos.
Um homem de 59 anos, investigado pelo crime brutal de estupro de vulnerável contra um menino de 9 anos, foi preso pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) na última quarta-feira (1º). O pedófilo, que deveria estar trancado em casa cumprindo regime de prisão domiciliar, foi flagrado bem na praça ao lado da escola da vítima, ignorando completamente todas as ordens e restrições da Justiça.
Abaixo, entenda o passo a passo de como o acusado desafiou a lei até parar, novamente, atrás das grades.
O Crime e a Desculpa da Defesa
Tudo começou quando o pedófilo, conhecido popularmente como “Tom Estrela”, atacou o menino de apenas 9 anos. Segundo as investigações da polícia, a criança andava calmamente de bicicleta quando foi abordada pelo homem. Com maldade, ele levou o garoto para uma área completamente vazia e isolada, onde cometeu os abusos.
Assim que o caso foi parar nas mãos da polícia e da Justiça, a defesa do acusado correu para tentar livrá-lo da cadeia. Os advogados alegaram que o homem sofria de "insanidade mental". A estratégia funcionou temporariamente: a Justiça aceitou o argumento e converteu a prisão preventiva (aquela que deixa o acusado na cela) em prisão domiciliar, mandando o suspeito para repousar em casa.
A Audácia e a Prisão Definitiva
O problema é que “Tom Estrela” não respeitou o benefício que recebeu. Em vez de ficar isolado, o homem de 59 anos "comportava-se como se estivesse em liberdade". Sem o menor remorso, ele passou a frequentar diariamente a praça que fica colada ao colégio onde a vítima estuda, aterrorizando a segurança do menino.
A vizinhança e os familiares não se calaram. Diante do flagrante desrespeito e das denúncias urgentes de descumprimento da medida judicial, a polícia não perdeu tempo. Um novo pedido de prisão preventiva foi protocolado às pressas. O Poder Judiciário acolheu o clamor da sociedade e mandou prender o suspeito imediatamente. Na quarta-feira, a PCDF foi até o local e acabou com a festa do investigado, que agora chora as mágoas na prisão de onde nunca deveria ter saído.













