Menina de 17 anos é dopada e 3stvpr@da por quatro amigos com "álcool na cabeça"; veja
“Na hora, com álcool na cabeça, você nem percebe”, confessou um dos covardes por mensagem após o crime

Uma confraternização entre conhecidos terminou em tragédia na cidade de Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte. Uma adolescente de 17 anos foi vítima de um estupro coletivo dentro da própria casa, após ser dopada durante um churrasco. Os principais suspeitos do crime são quatro jovens que se diziam amigos da vítima. O caso, que conta com mensagens de texto onde um dos envolvidos confessa a barbárie, já está sob rigorosa investigação da Polícia Civil de Minas Gerais.
O que era para ser uma tarde de diversão e conversa fora entre conhecidos virou um pesadelo sem fim. A Polícia Civil de Minas Gerais corre contra o tempo para colocar atrás das grades quatro criminosos que abusaram da confiança e do corpo de uma adolescente de apenas 17 anos, em um crime que revoltou a população de Contagem, na Grande Belo Horizonte.
Tudo começou com um clima de festa. A jovem organizou um churrasco em sua própria residência e convidou aqueles que considerava do seu círculo de amizade. No entanto, o ambiente familiar e descontraído logo deu lugar a uma armadilha cruel. De acordo com o relato da vítima, em determinado momento do evento, ela perdeu totalmente a consciência. A principal suspeita é de que os agressores tenham colocado alguma substância em sua bebida — o famoso "boa noite, Cinderela" — para anular qualquer chance de defesa.
Aproveitando-se da vulnerabilidade extrema da menor, os quatro "amigos" consumaram o estupro coletivo. A jovem só se deu conta da gravidade da situação quando os efeitos da droga passaram, restando o trauma e as dores de uma violência brutal.
A máscara dos agressores caiu de vez logo após o crime, por meio do aplicativo de mensagens. Confrontado pela vítima, um dos envolvidos não apenas admitiu o estupro, como tentou usar a bebida alcoólica como desculpa para o injustificável. Em um texto frio, ele disparou:
"Não acho certo, em momento algum, mas na hora, com álcool na cabeça, você nem percebe."
A Polícia Civil já está em posse dessas conversas, que servem como prova crucial do crime. Os investigadores seguem colhendo depoimentos e realizando exames periciais para fechar o cerco contra o quarteto. A comunidade de Contagem exige justiça imediata para que os monstros fantasiados de amigos paguem pelo que fizeram.














