Mãe que estava foragida, acusada pela morte do filho bebê, é presa pela PM
A criança morreu pouco tempo após dar entrada no Hospital Municipal da Mulher e Maternidade Célia Câmara (HMMCC), com fraturas e sinais de agressão pelo corpo.

A mãe de 23 anos, indiciada pela morte do filho, Pedro Benjamin Gonçalves de Mello, de 1 ano e 9 meses, foi presa pelo Batalhão de Trânsito da Polícia Militar, neste sábado (18). A mulher chegou a ser detida em 14 de dezembro, após a criança chegar ao hospital com vários hematomas pelo corpo, supostamente causados pelo pai. No entanto, ela foi solta em audiência de custódia e estava foragida desde então. O pedido de prisão saiu no início do mês de janeiro.
A criança morreu pouco tempo após dar entrada no Hospital Municipal da Mulher e Maternidade Célia Câmara (HMMCC), no Conjunto Vera Cruz, em Goiânia, com fraturas e sinais de agressão pelo corpo. Segundo a Polícia Civil, Pedro Benjamin chegou ao hospital inconsciente e sofreu parada cardiorrespiratória. Apesar do trabalho de reanimação feito pela equipe médica, o bebê morreu na unidade.
Como o bebê apresentava fraturas e sinais de agressão, os médicos chamaram a polícia, que prendeu os pais da criança. Na delegacia, eles disseram que um guarda-roupa tinha caído em cima do bebê. Na época, o delegado Rilmo Braga contestou o relato do acidente doméstico dado pelos pais dos dois, já que a perícia apontou politraumatismo com sinais de maus tratos como causa da morte do bebê.
De acordo com a Polícia Científica, Pedro Benjamin sofreu edema cerebral, laceração no fígado e lesão no pulmão. O bebê também apresentava hematomas na cabeça, pescoço, tórax, abdômen, ombro, braço, virilha, coxa e outros. O pai, um pintor de 29 anos, foi preso em flagrante, e não saiu desde então.

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A mãe informou aos agentes que trabalha durante o dia e, por esse motivo, as crianças ficariam sozinhas em casa.
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