Mãe pega celular da filha de 14 anos e descobre s3x0 com o próprio pai
Tudo começou após o homem dizer que tinha sonhos de cunho sexual com a filha e sugerir que o ato poderia 'resolver' a situação, revelou a jovem de 14 anos

Adolescente não escondeu a situação e confirmou que mantinha relações com o pai há cerca de meio ano.
Uma mãe desesperada procurou a Polícia Militar em Patos de Minas (MG) após descobrir, por meio de mensagens no celular, que sua filha de 14 anos mantinha um relacionamento sexual com o próprio pai. O caso, que veio à tona após a denúncia na base policial, chocou as autoridades locais. A adolescente confirmou os abusos, que já duravam cerca de seis meses, e revelou que o pai comprava anticoncepcionais para evitar uma gravidez. O Conselho Tutelar foi acionado, mas o caso esbarra em uma brecha da legislação brasileira sobre o crime de estupro de vulnerável.
O pesadelo familiar começou a ser desvendado quando a mãe, desconfiada, decidiu mexer no aparelho celular da adolescente. Ao abrir o aplicativo de conversas, a mulher encontrou uma série de mensagens, vídeos e conteúdos de teor sexual explícito trocados entre pai e filha. Entre os registros que deixaram a mãe completamente abalada, estavam vídeos da jovem nua, além de promessas e agendamentos de encontros íntimos. Em prantos, a mulher correu para o posto policial mais próximo para denunciar o companheiro.
Ao ser questionada pelas autoridades e pela mãe, a adolescente de 14 anos não escondeu a situação e confirmou que mantinha relações com o pai há cerca de meio ano. De acordo com o depoimento da jovem, o crime começou de forma psicológica: o homem afirmou que tinha sonhos de cunho sexual com ela e sugeriu que o ato poderia “resolver” a situação. A menor relatou ainda que o pai foi o seu primeiro parceiro sexual e que ele mesmo gerenciava a situação, comprando pílulas anticoncepcionais para que ela não engravidasse.
Diante do horror do relato, o Conselho Tutelar de Patos de Minas foi imediatamente acionado e compareceu ao local para prestar assistência à vítima e acompanhar os desdobramentos.
Apesar da gravidade e do choque provocado pelo crime, o registro inicial da ocorrência aponta para uma complexidade jurídica complexa. A legislação brasileira atual estabelece que o crime de estupro de vulnerável aplica-se estritamente a menores de até 13 anos. Como a adolescente tem 14 anos e, segundo o registro policial, os atos teriam ocorrido com consentimento, o caso agora segue para investigação da Polícia Civil, que deve avaliar sob quais tipificações criminais o pai será indiciado.
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