Investigador acusado de ameaçar delegados volta a ser preso na Capital
O policial foi alvo de operação nesta sexta-feira (06) e preso junto de sua assessora no Setor Aeroporto, em Goiânia, por voltar a atentar contra delegados nas redes sociais

Policial civil aposentado, acusado de ameaça, difamação, calúnia, entre outros delitos, praticados no ambiente digital contra “colegas” de farda, voltou a ser preso nesta sexta-feira (06), no Setor Aeroporto, em Goiânia, de novo pelos mesmos motivos, ou seja, intimidações, calúnias e injúrias por ele praticados contra policiais civis.
Desta vez uma mulher, identificada como assessora do acusado, foi presa junto do policial aposentado acusada pelos mesmos crimes.
Foram cumpridos, além dos mandados de prisão preventiva, dois mandados de busca e apreensão – um em Goiânia e outro em Senador Canedo. A operação para cumprimento das ordens judiciais teve apoio da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE/GT3).
O homem preso já havia sido detido pela no dia 24 de abril, por coação no curso do processo, ameaça, difamação, calúnia, entre outros delitos, praticados no ambiente digital. Ele perpetrou os crimes contra vários delegados da Polícia Civil em vídeos postados em sua rede social, sendo investigado e preso, na época, em Senador Canedo.
O investigado, no entanto, foi solto mediante habeas corpus e colocado em prisão domiciliar.
A Delegacia de Crimes Cibernéticos representou pela remoção de seu perfil em uma rede social. Apesar disso, ele e sua assessora voltaram a praticar os delitos, atacando a honra e ameaçando vários delegados novamente nas mídias sociais.
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Para tanto, o homem criou novas contas em aplicativos conhecidos e também usou a conta de sua assessora (coautora) para voltar a proferir os ataques aos policiais e perturbar a ordem pública. Por esta razão, a Polícia Civil representou novamente pela prisão provisória de ambos, cumprida hoje.
Em 2015, o investigador aposentado chegou a ser preso e figura como réu pelo crime de extorsão em um processo que está, neste momento, em julgamento, fato que estaria motivando os atentados virtuais às autoridades policiais.
A audiência de instrução e julgamento aconteceria no último 19 de abril, data em que as ameaças, inclusive contra a vida das autoridades citadas, foram anteriormente postadas.
O investigado foi aposentado compulsoriamente por ter sido considerado, em 2018, inapto definitivamente para o serviço público. No entanto, segundo relatos, ele ainda se apresenta como policial com o intuito de intimidar os que convivem com ele.

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