Homem que matou esposa, sogra e estuprou enteada é executado a tiros; corpo encontrado na rua
Alex Brito era procurado pela polícia desde quarta-feira (14), após cometer os crimes em Luziânia. Corpo dele foi encontrado, na manhã desta quinta (15), no Recanto das Emas, no DF

Alex Brito Alves da Cruz, 40 anos, que estava sendo intensamente procurado pelas forças de segurança de Goiás e do Distrito Federal por um duplo homicídio qualificado, foi encontrado morto na manhã desta quinta-feira (15) no Recanto das Emas, no DF.
Alex era acusado de assassinar a esposa e a sogra, além de drogar, estuprar e manter em cárcere privado a enteada de apenas 10 anos de idade.
O corpo de Alex Brito foi localizado na Quadra 802 da região administrativa do Recanto das Emas. A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) foi acionada para atender à ocorrência. No local onde o corpo foi encontrado, a polícia também localizou a motocicleta que teria sido utilizada por Alex em sua fuga, bem como uma faca.
Segundo informações divulgadas pela PMDF, o corpo de Alex Brito Alves da Cruz apresentava visíveis marcas de disparos de arma de fogo. As circunstâncias de sua morte estão sob investigação, e a polícia do Distrito Federal já iniciou a busca pelos assassinos.
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Entenda o caso
Alex Brito Alves da Cruz era procurado pelas Polícias Militar (PMGO) e Civil de Goiás (PCGO) desde a quarta-feira (14). Os crimes pelos quais ele era buscado ocorreram na noite de terça-feira (13) no Parque Estrela Dalva IV, em Luziânia, município goiano localizado no Entorno do Distrito Federal.
As vítimas fatais foram Maria José de Araújo Marinho, 65 anos, sogra de Alex, e Andreia de Araújo Marinho, 40 anos, esposa do acusado. De acordo com as investigações preliminares, as duas mulheres foram dopadas, amarradas e, em seguida, enforcadas por Alex. Além do duplo assassinato, ele é acusado de drogar, estuprar e manter em cárcere privado a enteada de 10 anos, filha de Andreia.
Alex Brito Alves da Cruz já possuía um histórico criminal extenso, incluindo antecedentes por outro homicídio. Ele estava sendo monitorado por meio de tornozeleira eletrônica. Contudo, antes de cometer os crimes brutais em Luziânia, Alex teria rompido o equipamento de monitoramento, dificultando seu rastreamento inicial.
A Polícia Militar de Goiás foi acionada após um parente das vítimas relatar ter ouvido a confissão dos crimes por parte de Alex. Essa informação foi crucial para o início da operação de busca que mobilizou as forças de segurança de Goiás e do Distrito Federal.
A descoberta do corpo de Alex Brito no Recanto das Emas encerra a caçada ao foragido, mas abre uma nova frente de investigação para a polícia do DF, que agora busca determinar quem foi o responsável por sua morte e as circunstâncias que levaram à execução.

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