Homem mata rival a tiros e alega que levou "tapa na cara" e foi humilhado no serviço; veja vídeo
O crime ocorreu em plena luz do dia na Avenida Goiás, no Jardim das Oliveiras, em Anápolis, e choca pela brutalidade e pela alegação de vingança do acusado

Homem de 22 anos, nome não divulgado, executou Jhonathan Leonardo Silva, 35 anos, a tiros e terminou preso, pela Polícia Militar (PM), na tarde dessa terça-feira (02), em Anápolis, quando alegou que foi humilhado e levou "tapa na cara", na frente de amigos do serviço. Motivação teria sido ciúmes da vítima que a ex e o acusado juntos.
O crime ocorreu em plena luz do dia na Avenida Goiás, no Jardim das Oliveiras, e choca pela brutalidade e pela alegação de vingança do acusado.
De acordo com a ocorrência, Jhonathan foi alvo de dois disparos enquanto pilotava sua motocicleta. Testemunhas relataram que os tiros partiram de um veículo Fiat Pálio, que logo se tornaria o foco das investigações. A dinâmica do crime revela uma motivação intensa: segundo o suspeito, tudo começou com uma suposta humilhação em seu ambiente de trabalho, onde ele teria sido agredido por Jhonathan.
"Foi lá no meu serviço, bateu na minha cara e me humilhou", afirmou o jovem aos policiais, referindo-se ao encontro que teve com a vítima. Ele alega que a agressão teria sido provocada por ciúmes, uma vez que Jhonathan o teria visto com sua ex-mulher.
A captura do suspeito ocorreu na zona rural de Jaraguá, após a PM identificar o veículo associado ao crime em imagens de segurança. Durante a prisão, o jovem declarou aos militares que sua intenção não era de fato matar Jhonathan, mas sim “assustá-lo”. No entanto, reconheceu que estava armado com um revólver calibre 38, que pertencia a ele, e que foi a arma utilizada na execução.
Dentro do veículo, os policiais encontraram cápsulas deflagradas que correspondiam ao calibre da arma utilizada no crime. Além disso, a camisa que o suspeito usava, conforme descrição de testemunhas, e uma quantia em dinheiro também estavam no interior do carro. Essas evidências robustas indicam não apenas a participação do jovem no homicídio, mas também uma premeditação que contradiz sua alegação de uma ação impulsiva.

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