Homem de 24 anos vive “casado” com criança de 11 é vai preso: “Eu não sabia a idade”
O homem, que tem 24 anos, foi preso por estupro de vulnerável. À polícia, ele e seus familiares alegaram que não sabiam a idade dela

A Polícia Civil do Estado do Mato Grosso (PCMT) prendeu, na última terça-feira (21), um homem de 24 anos sob a acusação de estupro de vulnerável. A prisão ocorreu em Matupá, após investigações revelarem que o suspeito mantinha um relacionamento conjugal com uma criança de apenas 11 anos de idade. A detenção foi convertida em prisão preventiva após audiência de custódia.
A ação policial foi desencadeada a partir de uma denúncia anônima recebida pela Delegacia de Matupá. Inicialmente, a informação indicava uma possível relação afetiva entre o homem e a criança, que supostamente aconteceria apenas nos finais de semana. Contudo, novas informações que chegaram à polícia apontaram para uma situação mais grave: a vítima estaria residindo de forma permanente na casa do suspeito.
Diante da gravidade dos relatos, uma equipe da Polícia Civil foi enviada à residência do investigado na terça-feira (21) para verificar a veracidade das informações. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram o homem e a criança sentados lado a lado, almoçando na varanda da casa, confirmando a convivência.
Questionados pelos agentes, tanto o suspeito quanto seus familiares confirmaram que o homem de 24 anos vivia um relacionamento conjugal com a menina. Entretanto, alegaram desconhecer a idade exata da criança, afirmando não saber que ela tinha apenas 11 anos.
Em face dos fatos e das evidências encontradas, o investigado recebeu voz de prisão e foi imediatamente conduzido à Delegacia de Matupá. Lá, ele foi autuado em flagrante pelo crime de estupro de vulnerável, conforme previsto no Código Penal brasileiro. Posteriormente, o homem passou por audiência de custódia, onde a prisão em flagrante foi convertida em prisão preventiva, garantindo que ele permaneça detido enquanto as investigações prosseguem.
A Polícia Civil não divulgou detalhes sobre a identidade do suspeito ou da vítima, visando preservar a integridade da criança e o andamento do inquérito.













