Helicóptero que fez pouso forçado é investigado por transporte irregular de combustível
Morador relatou à polícia que tripulantes pediram a ele para que guardasse galões dentro de casa

O helicóptero que fez um pouso de emergência em um terreno no Residencial Mansões Paraíso, em Goiânia, está sendo investigado por transportar combustível de aviação de maneira irregular. Um morador relatou à polícia que o piloto e o passageiro pediram para que os galões fossem guardados dentro de sua casa. O caso aconteceu nesta quarta-feira (13)
A Polícia Civil, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) e a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) investigam o caso. A aeronave estava com a autorização de voo cancelada.
Segundo as investigações, cerca de 250 litros de combustível de aviação estavam sendo transportados em galões de plástico dentro da aeronave irregularmente. Por isso, os tripulantes solicitaram a um morador que os recipientes fossem deixados na casa. Ele concordou, mas informou o caso à polícia.
Para fazer o transporte de combustíveis em uma aeronave, ela precisa ter uma certificação especial, além do piloto ter habilitação para carregar esse tipo de carga.
De acordo com a defesa dos tripulantes, eles decolaram do aeródromo às margens da GO-070 para fazer um voo teste. No entanto, precisaram fazer o pouso forçado em um terreno ao lado de um ginásio. Ninugém se feriu.
A Anac informou que, diante da suspeita, "acionou os órgãos competentes para averiguar possíveis irregularidades no campo cível e criminal". A Polícia Civil informou que abriu um inquérito para apurar o pouso forçado, além do transporte do combustível e sua origem.

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