Guarda Civil é preso por matar mãe e padrasto de bebê “abandonado” em casa
O guarda foi preso nessa terça-feira (26), quando a Polícia Civil deflagrou a 2ª fase da “Operação Caronte”, que investiga a morte do casal em Aparecida

Guarda Civil, nome não divulgado, acusado de executar um casal, mãe e padrasto de um bebê que teria sido “abandonado” em casa, em Aparecida de Goiânia (região metropolitana da Capital), em março de 2021, foi preso na 2ª fase da “Operação Caronte”, realizada nessa terça-feira (26).
O crime começou a ser desvendado após vizinhos das “vítimas” escutarem o bebê deles chorando por bastante tempo e, então, acionaram a Guarda Civil. Os agentes compareceram à residência, resgataram a criança e começaram a buscar pelo paradeiro dos pais.
Após cerca de 10 horas de buscas, os policiais descobriram que os pais foram assassinados a tiros e os corpos abandonados na Serra das Areias.
Durante as investigações, já a cargo da Polícia Civil, foram apreendidas imagens registradas por câmeras de segurança nas proximidades da casa do casal que mostram o momento em que as vítimas são colocadas em carro por dois homens, até então não identificados.
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As imagens passaram por perícia e o agente da Guarda de Aparecida foi identificado nas imagens. No entanto, à época, ele negou envolvimento no crime.
A secretaria de Segurança Pública de Aparecida de Goiânia informou em nota, nesta quarta-feira (27), que está colaborando com as investigações da Polícia Civil por meio da Corregedoria da Guarda Civil Municipal.
O delegado Hudson Benedetti havia levantado durante as investigações que o padrasto tinha passagens por tráfico, associação para o tráfico e lesão corporal.
Caso segue em investigação.

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A mãe informou aos agentes que trabalha durante o dia e, por esse motivo, as crianças ficariam sozinhas em casa.
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