Gerente de Posto de Saúde é acusado de estuprar funcionária com deficiência mental
Ramão Teixeira Gauro, que administrava o Posto de Saúde da Vila São José, em Anápolis, foi preso na manhã desta terça-feira (05) durante operação da Delegacia da Mulher

Ramão Teixeira Gauro, 50 anos, gerente de um Posto de Saúde da Vila São José, em Anápolis (55 km da Capital), foi preso por força de mandado de prisão temporária, na manhã desta terça-feira (5), acusado de estupro e importunação sexual contra duas funcionárias da unidade que comandava no município, sendo uma delas, portadora de deficiência mental.
De acordo com a ocorrência, as vítimas relatam que trabalham no Posto de Saúde e que o Ramão é o chefe delas e usa dessa hierarquia para cometer os crimes sexuais.
A primeira mulher relata que o acusado a prendeu numa sala, tentou agarrá-la e tocou em suas partes íntimas e seios. Porém, ela conseguiu se desvencilhar dos braços dele, abrir o cômodo e escapar.
Já a outra vítima, que é deficiente e trabalha na limpeza do Posto de Saúde, relata que foi estuprada seis vezes. Ela explica que, sempre que estava sozinha limpando uma sala ou no quarto dos funcionários, Ramão se aproximava, trancava o cômodo e cometia o estupro se aproveitando de sua vulnerabilidade e dificuldade de se proteger.
As vítimas contam ainda que o “chefe tarado” ainda mandava imagens de seu pênis para elas.
Leia mais
Mãe e padrasto estupram e engravidam adolescente de 13 anos
"Pais" adotam para receber "dinheiro" do Governo e estupram crianças
Menino de 13 anos é acusado de estuprar criança de 6
Ainda em depoimento, segundo a delegada Isabella Joy Lima, as vítimas contam que têm conhecimento de outros casos de abusos do acusado contra outras mulheres, mas essas ainda não tiveram coragem de denunciar.
A investigadora também relata que Ramão chegou a ser indiciado por estupro no Mato Grosso do Sul, de onde é natural, mas o processo foi arquivado por falta de provas.
“Sabemos que o crime sexual sempre acontece entre o autor e a vítima, não havendo testemunhas, então, a palavra da vítima vale muito para nós”, acrescentou Isabella.
Ramão foi ouvido na Delegacia da mulher e, em seguida, encaminhado à unidade prisional, onde foi colocado à disposição da Justiça e permanecerá, inicialmente por 30 dias, podendo o prazo ser prorrogado por mais 30 dias enquanto as investigações são concluídas.
Após o prazo, com as novas evidências e a possibilidade de novas vítimas se apresentarem, a prisão temporária pode ser convertida em preventiva.
Caso segue em investigação.

Irmãos de 9 e 4 anos são encontrados em situação de abandono em Goiás; veja vídeo
A mãe informou aos agentes que trabalha durante o dia e, por esse motivo, as crianças ficariam sozinhas em casa.
Esposa revela que homem morto a tiros na frente da filha devia agiota; assista
Esiel Cavalcanti, de 38 anos, estava acompanhado da filha pequena quando foi baleado; esposa acredita que dívida pode estar por trás do crime











