Garota de programa diz que "colegas" de trabalho têm doenças para roubar clientes
Acusada foi denunciada por "crime contra honra", em Anápolis, e pode pegar até sete anos de cadeia

Garota de programa de 29 anos, nome não divulgado, é investigada pela Polícia Civil (PC-GO) por espalhar que "colegas de trabalho" têm infecções sexualmente transmissíveis (IST’s) e ameaçar expor homens casados, clientes das "amigas", com o objetivo de "roubar" todos para ela. Ocorrência foi registrada em Anápolis (55 km de Goiânia) na última segunda-feira (23).
De acordo com informações preliminares, a acusada descobria programas marcados pelas colegas e chegava até os clientes falando que elas possuíam doenças. E ameaçava também os homens casados que não queriam marcar encontros com ela. A garota de programa dizia que iria expor nas redes sociais que os clientes procuram esse tipo de serviço.
Uma mulher de 35 anos também procurou a polícia. Em depoimento, ela contou que foi xingada em relação a sua honra e recebeu ofensas por sua cor de pele.
Segundo o delegado responsável, Manoel Vanderic, as testemunhas e a investigada foram ouvidas na última semana. Além disso, os investigadores apuram que a garota de programa tenha cometido crimes de racismo e contra a honra, as penas somadas podem chegar a sete anos de prisão.
Caso segue em investigação.
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