Estudante é acusado de planejar atentado em universidade e termina preso pela PF; veja fotos
Os federais deflagraram a operação “Sicário” na manhã desta terça-feira (12), em Jataí, onde o estudante foi denunciado pela universidade e preso em casa.

Polícia Federal (PF) prendeu, na manhã desta terça-feira (12), estudante, nome não divulgado, denunciado pela Universidade Federal de Jataí (UFJ), por, supostamente, planejar atentado terrorista contra os demais alunos e servidores da instituição de ensino.
A Operação, denominada “Sicário”, que é sinônimo de “sedento de sangue; sanguinário”, foi realizada nesta terça-feira (12) para cumprir três mandados de busca e apreensão, além do mandado de prisão temporária cumprido na casa do estudante.
A operação foi realizada depois de a própria universidade informar à Polícia Federal as ameaças feitas pelo universitário.
De acordo com a investigação, o estudante teria feito graves ameaças contra a comunidade universitária, quando foram identificados fortes indícios de que o aluno poderia realizar o atentado a qualquer momento.
Em postagem nas redes sociais, o universitário teria publicado: “Eu gosto de desafios grandes, têm muitas pessoas lixo nesse mundo. Se eu estiver vivo colocarei uma galera na linha. Com planos em breve (...). Só para quando morre.”. Já numa carteira da universidade, o acusado teria escrito: “Bem-vindo ao jogo. Em breve”.
O investigado poderá responder pela prática do crime de realização de atos preparatórios de terrorismo, conforme o artigo 5º da Lei n. 13.260/2016, com pena de até 8 anos de prisão.
A UFJ disse em nota que recebeu a denúncia de uma suposta conduta irregular do aluno no final de março e comunicou imediatamente à Polícia Federal. A instituição informou ainda que todas as medidas necessárias e previstas no direito estão sendo adotadas.
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Veja nota da UFJ na íntegra
“No final do mês de março, a UFJ recebeu a denúncia de uma suposta conduta irregular perpetrada por um discente em desfavor de servidor(es) e alunos da instituição, o que foi comunicado imediatamente à Polícia Federal.
Registra-se, oportunamente, que todas as medidas necessárias e previstas nas normativas institucionais e no Direito Brasileiro estão sendo adotadas, concomitante à investigação policial.
No que concerne à identidade do aluno, neste momento (até a conclusão da investigação policial) entendemos ser necessário preservá-la”.

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