Estudante diagnosticada com "TOD" ataca diretora a tesouradas; veja vídeo
Delegado informou que a menina já tem histórico de episódios violentos na escola

Um incidente chocante ocorreu no Colégio Estadual Brasílio de Araújo, localizado em Bela Vista do Paraíso, no Norte do Paraná, na manhã de terça-feira (9). Câmeras de segurança da escola registraram o momento em que uma aluna de 15 anos atacou a diretora com uma tesoura durante uma conversa.
De acordo com informações do portal Ric, a agressão teve início quando a menina, segundo relatos, saiu da sala de aula sem permissão e começou a bater nas portas de outras salas. Ao ser chamada para conversar na sala dos professores, iniciou um ataque que incluiu socos e puxões de cabelo, culminando no uso da tesoura.
Funcionárias da escola foram necessárias para intervir e retirar a arma da mão da aluna.
As imagens de segurança mostram o desespero do momento, revelando uma situação claramente tensa e fora de controle. A diretora, que sofreu agressões verbais, foi atacada sem aviso, evidenciando a impulsividade do ato.
O delegado da Polícia Civil do Paraná (PCPR) responsável pela investigação, Marcos Rubira, revelou que a aluna apresenta um histórico de comportamento desafiador. Ela é diagnosticada com TOD (Transtorno Desafiador de Oposição), uma condição que se caracteriza por atitudes desobedientes e desafiadoras frente a figuras de autoridade. Rubira afirmou que a adolescente possui força física acima da média e já teria utilizado agressividade para intimidar colegas.
Histórico de Comportamento
De acordo com apurações do portal Ric, há um registro preocupante do comportamento da adolescente na escola. Em uma ocorrência anterior, ela teria tomado o celular de uma colega de 11 anos, se passando por ela em conversas com a mãe da vítima e tentando vender o aparelho.
"A gente tem um histórico dela na escola de alguns atos. Inclusive ontem, especificamente, ela estava com um aparelho celular que tomou de uma criança de 11 anos", ressaltou Rubira. Este padrão de comportamento reflete uma necessidade urgente de um suporte mais eficaz para a jovem, que já é acompanhada pela Rede de Proteção do município e pelo Núcleo de Educação.
A PCPR está investigando o caso para compreender melhor os fatores que levaram ao ataque.
"Infelizmente, na data de ontem, ela teve essa explosão de raiva e vai demandar um outro estudo, outra forma de atenção a essa adolescente", concluiu o delegado.

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