Corretora morta por síndico tinha bala alojada na cabeça, afirma advogado
Defesa da família de Daiane Alves revela detalhes da investigação; síndico alega "legítima defesa"

Novos detalhes surgiram sobre o assassinato da corretora Daiane Alves, em Caldas Novas. Segundo o advogado da família da vítima, Plínio César Cunha Mendonça, informações preliminares das autoridades indicam que Daiane foi atingida por um disparo de arma de fogo e tinha uma bala alojada na cabeça. O laudo final da perícia ainda é aguardado para confirmar oficialmente a causa da morte e se houve outras formas de violência.
O principal suspeito, o síndico Cleber Rosa de Oliveira, de 49 anos, confessou o crime, mas apresentou uma versão que a defesa da família contesta: ele alega ter agido em legítima defesa após ser abordado por Daiane em um almoxarifado. Após o assassinato, Cleber teria jogado a arma do crime no Rio Corumbá, na divisa entre Caldas Novas e Ipameri, dificultando o trabalho da polícia.
Envolvimento do filho e obstrução
A investigação também aponta para a participação de Maicon Douglas Oliveira, filho de Cleber. Ele foi preso suspeito de tentar obstruir a justiça. Coincidentemente, o filho presenteou o pai com um celular novo logo após o crime, enquanto o aparelho antigo do síndico desapareceu. Um celular foi encontrado pela polícia em uma caixa de passagem e passa por perícia para saber se pertencia à vítima ou ao assassino.
O encontro do corpo
O corpo de Daiane foi localizado a cerca de 15 km de Caldas Novas, às margens da GO-213, em Ipameri, local indicado pelo próprio síndico após sua prisão no dia 28 de janeiro. A Polícia Científica segue trabalhando no local do crime e no corpo da corretora para determinar se ela foi sufocada ou dopada antes de ser executada.

Irmãos de 9 e 4 anos são encontrados em situação de abandono em Goiás; veja vídeo
A mãe informou aos agentes que trabalha durante o dia e, por esse motivo, as crianças ficariam sozinhas em casa.
Esposa revela que homem morto a tiros na frente da filha devia agiota; assista
Esiel Cavalcanti, de 38 anos, estava acompanhado da filha pequena quando foi baleado; esposa acredita que dívida pode estar por trás do crime











