Catador acusado por "estupro de vulnerável" invade clínica três vezes e foge com R$ 13,5 mil e um celular
O Grupo Estadual de Repressão a Estupros (GERE) cumpriu na terça-feira (26) mandado de prisão preventiva em desfavor de Lucas Moisés Nunes de Jesus

O Grupo Estadual de Repressão a Estupros (GERE) cumpriu na terça-feira (26) mandado de prisão preventiva em desfavor de Lucas Moisés Nunes de Jesus, 33 anos, catador de papel. Ele já responde por crime de estupro de vulnerável e agora é acusado de cometer três furtos qualificados, por meio de escalada e no período noturno no prédio do Centros De Diagnóstico Médico Por Imagem (CDI) do Setor Marista, em Goiânia.
Os fatos foram realizados com mesmo "modus operandi", sendo que o acusado furtou mais de 10 mil reais na primeira ação; R$ 3.500 na segunda e na terça vez, "levou" um celular lacrado, que serua usado como telefone funcional da clínica. Os furtos ocorreram em fevereiro e março 2020 e o terceiro e último furto, em setembro 2021. Sendo que o lapso temporal se deu em razão da prisão em flagrante do mesmo, por outro furto qualificado.
A sua identificação foi realizada através de coincidência genética obtida em material de DNA que foi recolhido em local de crime e pelo material de DNA colhido por responder pelo crime de estupro de vulnerável. O autor confessou os crimes e se encontra recolhido na triagem à disposição do Judiciário.
A divulgação da imagem do preso foi procedida nos termos da Lei nº 13.869/2019 e da Portaria nº 547/2021 – PC, conforme Despacho do(a) Delegado(a) de Polícia responsável pelo inquérito policial, de modo que a publicação de sua imagem possa auxiliar no surgimento de novas vítimas e testemunhas que façam seu reconhecimento, além de novas provas.

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