Bandidos usam banco para lavar dinheiro
O caso aconteceu na manhã desta quinta-feira (5), com uma força entre as polícias de Goiás e Tocantins.

Uma ação da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Tocantins (FICCO) cumpriu, nesta quinta-feira (5), oito mandados de busca e apreensão nas cidades de Goiânia e Imperatriz, no Maranhão, durante investigação sobre um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao tráfico de drogas.
Segundo a apuração, o grupo utilizava uma fintech sem autorização do Banco Central do Brasil para movimentar recursos no Brasil e no exterior. A estrutura seria usada para ocultar valores provenientes do narcotráfico.
As investigações apontam ainda a compra de bens de luxo e o uso de empresas de fachada para movimentar valores milionários.
Em Goiânia, foi identificada uma empresa que estaria sendo usada para converter recursos ligados ao tráfico aéreo de drogas. O negócio seria administrado por pessoas ligadas ao esquema, entre elas um homem que cumpre pena.
Já em Imperatriz, os investigadores localizaram uma estrutura financeira que movimentava dinheiro por meio de contas vinculadas ao banco clandestino e a uma empresa de fachada.
A ação contou com apoio da Polícia Civil do Tocantins, da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado do Tocantins (DRACCO) e da Polícia Civil de Goiás.
Os investigados podem responder por organização criminosa, lavagem de dinheiro, tráfico de drogas e fraude fiscal.

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