Bancário usa estúdio secreto para estuprar adolescentes e deixava "marca pessoal"
A tatuagem funcionava como um "registro" de abuso deixado pelo agressor; caso está sob sigilo

Um bancário de 40 anos foi preso nesta terça-feira (21) em Laranjeiras do Sul, na região central do Paraná, suspeito de exploração sexual de crianças e adolescentes; o caso chocou as autoridades após as investigações da Polícia Civil apontarem que o homem mantinha um estúdio de fotos em casa e, de forma macabra, tatuava uma abelha nas meninas com quem se relacionava, como uma espécie de "marca pessoal".
O delegado Denival Barboza Liandro é o responsável pelo caso que apura crimes sexuais contra pessoas com menos de 18 anos. O sigilo da investigação foi decretado para proteger as vítimas, impedindo a divulgação do nome do suspeito.
De acordo com a Polícia Civil, o bancário de 40 anos utilizava um estúdio de fotos montado em sua própria casa como ferramenta para se aproximar e atrair as adolescentes, que tinham entre 13 e 14 anos de idade. Ele tentava estabelecer relações afetivas e sexuais com as menores.
O elemento mais perturbador da investigação é o método de "marcação" das vítimas. A polícia apurou que o suspeito tatuava uma abelha nas meninas com quem conseguia se relacionar. Essa tatuagem funcionava como uma "marca pessoal" do agressor, um sinal macabro em um crime que já é de extrema gravidade.
A prisão ocorreu em flagrante e o homem foi detido em Laranjeiras do Sul. O caso segue em investigação rigorosa pela Polícia Civil do Paraná. O g1 tenta identificar a defesa do suspeito.

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