Amanda Partata apresentou resultado falso, forjou gravidez e fez festa
Informação foi declarada durante coletiva de imprensa na manhã desta quinta-feira (21), quando os investigadores apresentam à imprensa as evidências do duplo homicídio

Polícia Civil de Goiás afirmou, na manhã desta quinta-feira (21), que Amanda Partata, acusada e presa pela morte por envenenamento de Leonardo Pereira Alves, 58 anos, e Luzia Tereza Alves, 86, pai e avó do ex-namorado, mentiu sobre estar grávida e teria apresentado resultado de gravidez falso para tentar impedir fim do relacionamento.
Para dar veracidade à gravidez forjada, a acusada teria inclusive realizado um chá de revelação e apresentado à família e demais convidados que estaria grávida de uma menina.
De acordo com as conclusões policiais, Amanda “visitou” a família do ex na manhã de domingo (17), levado alimentos para tomar café da manhã e teria envenenado o suco que ofereceu às vítimas. Crime teria sido motivado pela rejeição do ex e o fato de ela não aceitar o fim do namoro.
Entenda
A investigada pela morte por envenenamento de, Leonardo Pereira Alves, de 58 anos, e Luzia Tereza Alves, de 86 anos, mãe e filho, a advogada Amanda Partata, chegou à Delegacia de Investigação de Homicídios (DIH), negando que tenha cometido o crime na tarde desta quarta-feira (20), quando foi presa.
O inquérito policial tem mais de 150 páginas de uma investigação minuciosa. De acordo com as investigações, apesar da exposição dos doces, a apuração aponta que um suco que Amanda teria levado para a casa da família, na manhã de domingo. pode ser o alimento envenenado.
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As mortes
Leonardo Pereira Alves, de 58 anos, morreu no domingo (17), após passar mal e ser internado com dores abdominais, vômitos e diarreia. Já Luzia Alves, de 86 anos, teve a morte confirmada pela família na madrugada de segunda-feira (18). Ela estava internada em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), mas não resistiu.
Ambos comeram algum alimento por volta de 10h, que pode estar diretamente ligado às mortes e começaram a passar mal duas horas depois.
O possível alimento envenenado teria sido levado à casa da família por Amanda, que mantinha uma relação com a família, já que estava supostamente grávida do filho de Leonardo, e foi no domingo de manhã fazer uma “visita”.
Além de Leonardo e Luzia, no domingo Amanda, supostamente, também teria passado mal após o café da manhã, mas diferente das vítimas, ela não sofreu complicações graves.

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