Copa de 2026 reúne seleções de países em crise
A competição tem 13 representações de nações marcadas por conflitos internos e externos.

A Copa do Mundo de 2026, que acontece nos Estados Unidos, México e Canadá, envolve seleções que estão longe de viver apenas a emoção do torneio. Em meio à celebração do futebol, 13 países participantes enfrentam conflitos sérios que impactam suas sociedades.
Entre os países que se destacam, Estados Unidos e Irã estão em um conflito que começou em fevereiro de 2026, com ataques norte-americanos em território iraniano. Apesar de uma trégua estabelecida em abril, a tensão entre as nações continua, evidenciando uma relação conturbada mesmo sob os holofotes do Mundial.
Os conflitos não se restringem a disputas internacionais. O México lida com a violência do crime organizado, enquanto Haiti e Colômbia enfrentam desafios internos com gangues e guerrilhas, respectivamente. A instabilidade política e social tem sido uma constante nas vidas dessas populações.
O Irã não é o único país do Oriente Médio representado. Arábia Saudita, Catar e Jordânia também se veem afetados pela crise na região, o que levanta questões sobre sua participação no evento esportivo. A FIFA, por sua vez, decidiu não penalizar essas nações, mantendo uma postura neutra.
A República Democrática do Congo e o Iraque lidam com conflitos armados que se prolongam há anos, enquanto a Coreia do Sul enfrenta a tensão resultante do conflito com a Coreia do Norte. O Marrocos e Argélia continuam envolvidos em disputas territoriais relacionadas ao Sahara Ocidental.
A diversidade de países com conflitos revela que, enquanto alguns torcem pelo sucesso nas competições, outros ainda lidam com as consequências de guerras e crises de segurança. Assim, o torneio é mais do que um evento esportivo; é um reflexo da complexa realidade geopolítica que permeia o mundo hoje.












