Senador goiano sinaliza que agro pode ser alvo do MST e reage contra Governo

O senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO) foi um dos que se posicionou contra às ameaças de invasões declaradas pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), feita pelo líder do movimento, João Pedro Stedile, durante uma reunião com representantes de movimentos sociais e, depois, reforçada em entrevista concedida à imprensa.
A declaração gerou preocupação entre políticos e lideranças do Agro, que temem uma escalada de conflitos no campo. O senador usou as redes sociais para criticar a fala de Stedile.
"Se essa ameaça do MST se concretizar e o Governo Federal não fizer nada para impedir as invasões, será muito danoso para o País. É inaceitável que ainda permitam o desrespeito à Constituição, com essas invasões criminosas", disse o senador em sua conta no Twitter.
A Constituição brasileira garante o direito à propriedade privada e estabelece que a desapropriação só pode ocorrer por justa indenização. O MST, que havia reduzido drasticamente a quantidade de invasões durante a gestão do presidente Jair Bolsonaro, tem anunciado que irá retomar as invasões, o que preocupa o setor do Agronegócio. Como Goiás é um dos principais produtores de grãos e carne, as ameaças do MST atingem diretamente o estado.
“Isso preocupa o setor do agronegócio, que é um dos grandes motores da nossa economia, além de manchar ainda mais a imagem do Brasil”, explica Vanderlan Cardoso.
A prática é considerada ilegal e pode gerar conflitos e prejuízos aos produtores rurais, refletindo negativamente na economia de Goiás e do Brasil.
Essa situação deve ser discutida no Congresso Nacional, onde os parlamentares defendem ações mais efetivas para garantir o cumprimento da lei e evitar o conflito no campo.
“O Congresso precisa agir de modo a coibir essas ações criminosas”, finalizou.













