Religiosos perdem votos e força nas urnas em Goiás
Em 2018, três pastores foram eleitos para deputado estadual no estado. Este ano juntos perderam quase metade do eleitorado.

Candidatos ligados a alguma religião em Goiás, que disputaram vagas na Assembleia Legislativa (Alego) e à Câmara Federal, perderam eleitores e desidratam nas urnas.
O levantamento foi feito pelo Jornal O Popular, publicado nesta sexta-feira (07).
Conforme a reportagem, assinada pela jornalista Elisama Ximenes, a bancada evangélica terá menos cadeiras tanto na Alego quanto na Câmara.
Só para se ter ideia, em 2018, três pastores foram eleitos para deputado estadual no estado. Henrique César (PSC), Jeferson Rodrigues (Republicanos) e Rafael Gouveia (Republicanos) tiveram juntos 115.616 votos.
O mais votado, naquela época foi César, pastor da Assembleia de Deus e cantor evangélico, foi o mais bem votado daquele ano para o cargo, com 46.545 votos.
No último dia 02 de outubro, ele foi reeleito com 6.039 mil votos a menos. O pastor da Igreja Universal do Reino de Deus Ricardo Quirino (Republicanos), teve 31.559 votos em 2018. Juntos, eles foram a escolha de 72.065 eleitores, 43.551 a menos que no pleito, quase 40 mil votos a menos.
A primeira-dama de Goiânia, Thelma Cruz (Republicanos), que tinha como reduto a IURD, não foi eleita ao obter 25.602 votos.
Glaustin da Fokus foi um dos poucos a conseguir atrair mais votos em 2018.
A bancada goiana, porém, agora vai contar com Jeferson Rodrigues, que passa de deputado estadual para federal.













