Peixoto recua sobre ignorar TCM e pede parecer sobre calamidade financeira de Goiânia

O presidente da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), Bruno Peixoto (UB), decidiu recuar da decisão de não consultar o Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) sobre a tramitação do pedido da Prefeitura de Goiânia, para prorrogar por mais seis meses a situação de calamidade na Secretaria Municipal de Finanças, e solicitou, nessa quinta-feira (22) uma posição do tribunal.
A decisão visa aguardar um parecer técnico do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) sobre a solicitação do Paço.
A medida ocorre após pressão de deputados estaduais e questionamentos do Ministério Público de Goiás (MP-GO) sobre a real necessidade da prorrogação da calamidade, considerando gastos e contratações recentes da gestão municipal.
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O pedido da Prefeitura já havia sido aprovado duas vezes pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), mas retornou ao colegiado após receber emenda em plenário. Em ambas as apreciações anteriores, Bruno Peixoto e o líder do governo, Talles Barreto (UB), haviam negado pedidos para consultar o TCM, apesar de um critério estabelecido em janeiro.
Segundo Talles Barreto, a mudança de posição foi uma "decisão colegiada, diante de tudo o que está acontecendo e, principalmente, pelas reivindicações e reclamações de diversos deputados".













