Mesmo com piso garantido, Sintego fecha escolas e prejudica alunos com greve injustificada

A decisão do Sintego, sob comando da deputada petista Bia de Lima, de deflagrar greve em Aparecida de Goiânia mesmo diante da proposta concreta da Prefeitura é uma afronta ao bom senso e um desserviço à população. Não se trata mais de luta por direitos — trata-se de puro jogo político com a educação de milhares de crianças como moeda de troca.
Enquanto a administração municipal se desdobra para pagar o novo piso já em maio, propõe diálogo e se compromete com uma mesa permanente de negociação, o sindicato escolhe o caos. Ignora a realidade fiscal, desrespeita o esforço da gestão em quitar dívidas herdadas de mais de R$ 500 milhões e vira as costas para um compromisso transparente. Lembrando que o salário da categoria está em dia.
O sindicato emitiu nota afirmando que paralisou porque os professores tem direito a receber reajuste retroativo, porém, esqueceram o caos financeiro deixado por Vilmar Mariano, quando, na verdade, até salários estavam atrasados no início do ano por falta de recursos. Ou seja, é mentira que se trata de “calote”.
Calote é paralisar escolas mesmo diante de proposta séria. Calote é tratar professores como massa de manobra. Calote é virar as costas para o aluno em nome de conveniências partidárias.
A população quer educação, não politicagem sindical.













