Eleições de 26 prometem ser mais conturbadas que 22

Pesquisadores no Brasil e lá fora avisam: a mistura de inteligência artificial e redes sociais deve acelerar a desinformação como nunca. Deepfakes, áudios falsos e montagens estão ficando cada vez mais realistas — e o perigo não está só na tecnologia, mas em como ela se espalha rápido por grupos e redes coordenadas.
Cientistas políticos dizem que o cenário é explosivo: polarização alta, bolhas no WhatsApp e desconfiança nas instituições. Especialistas digitais completam: a corrida entre plataformas, TSE e checadores para conter o caos digital está atrasada.
Resumo da ópera: se nada mudar, 2026 pode ser o teste mais difícil da democracia brasileira na era da IA. Muito pior que 22 e 24.













