Candidatos estão inseguros nesta 1ª disputa sem coligação proporcional

A cinco dias da eleição, candidatos proporcionais, inclusive os que lideram pesquisas de intenções de votos, estão apreensivos e inseguros com o resultado das urnas no próximo dia 02. Isso ocorre porque esta é a primeira eleição geral sem coligação proporcional, ou seja, cada partido ou federação competem entre si tanto dentro quanto fora de suas legendas.
Na Alego (Assembleia Legislativa de Goiás), dos 41 deputados, 30 parlamentares da 19ª legislatura disputam a reeleição. Outros nove registraram candidaturas para deputado federal. Lissauer Vieira (PSD), Isso Moreira (UB) e Tião Caroço não concorrem.
Candidatos de partidos pequenos que não possuem nomes fortes para a disputa podem ficar sem vaga na Alego.
O mesmo deve ocorrer na corrida à Câmara Federal. Glaustin da Fokus, por exemplo, é apontado como um candidato fortíssimo, mas corre o risco de não se reeleger porque a chapa de seu partido é fraca. Ele é o único nome forte expressivo para puxar votos, por isso pode ter dificuldades.














