Aliados e opositores acusam Vitor Hugo de “lambança” no PL

Nos bastidores da política, tanto os aliados como seus opositores dentro do partido estão revoltados com o presidente da sigla, deputado Major Vitor Hugo, por considerar “uma lambança” não ter resolvido (quando ainda havia tempo) a questão da cota de gênero na chapa de deputado estadual.
Segundo integrantes do PL, como presidente, Vitor Hugo deveria ter usado a estrutura do partido para resolver as irregularidades referentes a duas candidaturas femininas que foram barradas pela Justiça Eleitoral.
Ele não só teria deixado o caso correr solto, como tentou uma manobra para “ajustar” o quociente entre candidatos “homens” e “mulheres” e pedindo para que cinco candidatos fossem excluídos da chapa. A questão é que Vitor Hugo sequer ouviu os candidatos José Camelo Naves Júnior, Eurípedes Rodrigues Cavalcante Filho, Márcio de Sousa Maia, Vilobaldo Gomes Borges e Douglas Martinho Silva de Oliveira para que entrassem com pedido de desistência, ou seja, agiu como “general”.
Como o partido não pode tomar uma decisão de excluir candidaturas sem o consentimento do candidato, a Procuradoria Regional Eleitoral pugnou pelo não conhecimento do pedido, diante do trânsito em julgado da decisão, em 28 de agosto, que deferiu o Demonstrativo de Regularidade dos Atos Partidários (DRAP) do PL, relativo ao cargo de deputado estadual.
Agora três eleitos podem perder a cadeira na Assembleia Legislativa por causa do erro de Vitor Hugo e do PL, isso já está gerando uma crise dentro do partido. Leia reportagem completa AQUI














