Deputada rebate pecha e explica proposta para taxar grandes fortunas
Em conversa exclusiva com o portal G5News, Bia de Lima afirmou que megamilionários correspondem a 1% da população e que sua contribuição poderia financiar serviços essenciais para a maioria dos brasileiros.

A deputada estadual de Goiás, Bia de Lima (PT), respondeu, em entrevista ao G5News, nesta semana, à recorrente crítica de que o Partido dos Trabalhadores teria aversão a pessoas de maior renda. A parlamentar rebateu a pecha afirmando que a prioridade da legenda não é combater a riqueza individual, mas sim garantir a redução da desigualdade social e assegurar dignidade para toda a população. Trecho da entrevista e o vídeo completo estão no final da reportagem
Segundo Bia, a discussão sobre justiça fiscal precisa diferenciar a classe média dos chamados "megamilionários". A deputada ressaltou que a cobrança proporcional de impostos deve focar na parcela mais abastada da sociedade — o correspondente ao 1% mais rico —, cuja contribuição tributária poderia financiar serviços essenciais e qualidade de vida para a maioria dos brasileiros.
Questionada sobre a meritocracia, a parlamentar argumentou que o acúmulo de grandes fortunas no país nem sempre decorre do esforço individual ou da rotina de trabalho.
Para a deputada, a classe trabalhadora e os pequenos e médios empresários enfrentam uma carga tributária desproporcional, enquanto as maiores fortunas contam com mecanismos de isenção e benefícios fiscais.
A declaração reforça a defesa do partido pela aprovação de reformas tributárias progressivas, focadas no topo da pirâmide financeira para promover a redistribuição de renda e o fortalecimento do bem-estar social.

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Candidatos goianos declaram mais de R$ 35 milhões em jatos e helicópteros
O topo da lista dos mais abastados no ar é ocupado pelo senador e candidato Vanderlan Cardoso (PSD-GO), que declarou R$ 25,3 milhões distribuídos entre dois bens.











