Vilmar Mariano trai legado de Maguito ao se aliar a seu antigo traidor
Amargurado, o prefeito de Aparecida esqueceu que sua saída da disputa à reeleição começou com uma traição de Alcides, que à época, bem posicionado nas pesquisas, rompeu a parceria com o gestor e se lançou "candidato" de oposição

Sob o argumento de ter sido traído pelo ex-prefeito Gustavo Mendanha (MDB), ao ter sua candidatura à reeleição barrada pelo grupo do governador Ronaldo Caiado (União Brasil) e ao fechar apoio ao projeto do Professor Alcides (PL), Vilmar Mariano ( MDB) trai a memória do ex-prefeito Maguito Vilela – um dos maiores políticos do Brasil.
Amargurado e movido pela raiva de ter seu projeto frustrado, Vilmar esqueceu de onde veio e como chegou a comandar a segunda maior cidade de Goiás. Isto não é crítica, é história
Vilmar Mariano, que foi secretário de Ademir Menezes, entrou para o grupo de Maguito Vilela pegando carona na popularidade. Aliado ao maior prefeito da história de Aparecida, viu Maguito bancar a candidatura de Gustavo Mendanha (MDB) e, como muitos sabem, ele foi eleito com maestria para obter a vitória de seu
Foi no primeiro ano de gestão de Gustavo que Vilmar se tornou presidente da Câmara de Aparecida por duas vezes. Depois disso, só consegui chegar ao Executivo como vice, puxado pela excelente gestão de Gustavo, que, com a anuência de Maguito, o colocou em sua chapa em 2020.
Eleito juntamente com Gustavo Mendanha com mais de 95% dos votos, Vilmar conseguiu chegar ao comando da prefeitura após seu agora ex-aliado deixar o Executivo para disputar o Governo de Goiás. Em dois anos, fez uma gestão ruim, acumulou prejuízos junto à população e aos políticos, e foi retirado da disputa à reeleição em consequência dos seus próprios erros.
No caminho, foi traído por um aliado, que estaria junto no seu projeto de reeleição. Professor Alcides o “esfaqueou” pelas costas e lançou sua pré-candidatura. Líder nas pesquisas, Alcides enterrou o projeto de Vilmar de vez e derrubou sua oportunidade de permanência no Paço.
Agora, se contando traído, Vilmar, que tinha em seu discurso ser a garantia da continuidade da era Maguito, se alia ao seu traidor e também trai a memória do ex-prefeito (já falecido).
Esta análise não é crítica, é apenas um relato da história. Como dizia o eterno Leonel Brizola: "A política ama a traição e odeia o traidor".












