Tucano se preocupa mais com crossfit do que com política e "Novo" nem entrou na disputa
Matheus Ribeiro, que deveria estar na linha de frente, defendendo ideias inovadoras, parece mais focado em compartilhar sua rotina de crossfit do que em debater política. Para se tornar viável, Rizzo precisa amplificar sua voz.

Em meio ao fervor político que antecede as eleições municipais de Goiânia, dois nomes que poderiam estar no epicentro das discussões parecem ter optado pelo caminho do esquecimento. Matheus Ribeiro, do PSDB, e o empresário Leonardo Rizzo, do Novo, emergem como figuras apagadas, cujas vozes mal ressoam nos debates de interesse público.
Ribeiro, que deveria estar na linha de frente, defendendo ideias inovadoras ou contrapondo, parece mais focado em compartilhar sua rotina de crossfit do que em debater política para a cidade. No Instagram, por exemplo, muitas postagens do esporte e quase nada sobre o futuro da capital ou debate político.
Sua presença nas redes sociais, embora ativa, não reflete o peso de um candidato a prefeito, deixando eleitores tradicionais e idosos (o quem está fora das redes sociais) questionando sua substância política.
Por outro lado, Leonardo Rizzo enfrenta o desafio da invisibilidade. Sua figura é pouco conhecida entre o eleitorado, e sua ausência de movimentação política sugere uma pré-campanha que ainda não encontrou seu ritmo.
Para se tornar um competidor viável, Rizzo precisa amplificar sua voz e marcar sua presença de forma significativa.
Enquanto isso, outros pré-candidatos como Sandro Mabel (União Brasil), Vanderlan Cardoso (PSD), Adriana Accorsi (PT) e Gustavo Gayer (PL) estão ocupando o espaço deixado vago, articulando suas campanhas com habilidade e visão estratégica.
Eles parecem entender que a política é feita tanto nos bastidores quanto nas ruas, algo que Ribeiro e Rizzo ainda precisam aprender.
O atual prefeito, Rogério Cruz, também não escapa das críticas. Considerado apagado, as especulações apontam para uma possível desistência de sua candidatura, prevendo um cenário em que sua participação poderia ser mais humilhante do que honrosa.
A política de Goiânia clama por líderes que sejam mais do que figuras passageiras nas redes sociais ou sombras nas discussões importantes.
Requer homens públicos capazes de enfrentar os holofotes, debater com paixão e defender suas bandeiras com convicção.
Resta saber se Ribeiro e Rizzo irão atender a esse chamado ou se continuarão a ser meros espectadores de uma corrida que poderia ser deles.














