Pré-candidato a prefeito já foi condenado por torrar dinheiro público com cremes de celulite
Diogo Guimarães, Juliana Pereira Machado Santana de Queiroz, também ex-chefe da Saúde, além da ex-prefeita de Varjão, Juliana Rassi Dourado, teriam usado R$ 1.226,83 para comprar os produtos irregulares.

O pré-candidato a prefeito de Varjão, Diogo Guimarães de Almeida (Podemos), já foi condenado por improbidade administrativa por torrar R$ 1.226,83, provenientes dos cofres públicos, com cremes para celulites.
Além de Diogo, que a época era secretário de Saúde do município, e Juliana Pereira Machado Santana de Queiroz, também ex-chefe da Saúde, e ex-prefeita de Varjão, Juliana Rassi Dourado, também foram obrigadas pela Justiça ao pagamento de multa civil no valor de R$ 2.453,66.
A decisão, proferida pelo juiz Eduardo Tavares dos Reis, da Comarca de Varjão, em 11 de agosto de 2021.
A ação, movida pelo Ministério Público do Estado de Goiás, apurou a compra irregular de produtos cosméticos para celulites com recursos do Fundo Municipal de Saúde em 2013.
A auditoria realizada pela Secretaria Estadual de Saúde de Goiás constatou que os produtos não se enquadravam nas diretrizes de uso de recursos do fundo.
Os réus alegaram que a compra dos produtos foi amparada por lei municipal e baseada em prescrições médicas para pacientes da rede pública. No entanto, o juiz considerou que as justificativas não se aplicavam ao caso, uma vez que os produtos adquiridos eram cosméticos e não medicamentos.
Além disso, o juiz determinou o encaminhamento de provas à autoridade policial para investigar o possível crime de falso testemunho por parte de duas testemunhas de defesa.
As testemunhas teriam feito afirmações falsas sobre o recebimento de medicamentos por uma paciente já falecida na época da prescrição médica.













