Porta arrombada e ligação para advogado: momento da prisão de Cacai Toledo
A Polícia Civil dará mais detalhes sobre o caso em uma entrevista coletiva marcada para as 10h desta terça-feira.

Para prender o ex-diretor administrativo da Codego (Companhia de Desenvolvimento Econômico de Goiás), Cacai Toledo, acusado de ser o mandante do assassinato do empresário Fábio Escobar, os policiais civis arrombaram a porta do apartamento onde ele estava em Samambaia, no Distrito Federal, na última segunda-feira (03). Ao entrarem no local, os investigadores encontraram Cacai em ligação com o advogado.
Ele não reagiu e pediu para se vestir, além de colocar em uma sacola uma muda de roupa e produtos de higiene pessoal. Cacai Toledo estava foragido há seis meses e agora está preso em Brasília.
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Ele foi denunciado pelo Ministério Público Estadual (MP-GO) como o mandante do crime que vitimou o empresário Fábio Escobar, que denunciava um esquema de propina e crimes no município goiano, em 2019.
Segundo as investigações, Cacai é o “autor intelectual” do homicídio de Escobar, sendo responsável por planejar e organizar o crime.
Dez policiais militares foram presos acusados de envolvimento no crime. São eles: Glauko Olivio de Oliveira, Marcos Jesus Rodrigues, Almir Tomás de Aquino Moura, Erick Pereira da Silva, Thiago Marcelino Machado, Adriano Azevedo Souza, Wembleyson Azevedo Lopes, Jhonatan Ribeiro de Araújo, Marco Aurélio Silva Santos e Rodrigo Moraes Leal.
O MP também aponta que os militares teriam promovido falsos confrontos para eliminar testemunhas.
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Foram mortos: Bruna Vitória Rabelo Tavares, Gabriel Santos Vital, Gustavo Lage Santana, Mikael Garcia de Faria, Bruno Chendes, Edivaldo Alves da Luz Junior e Daniel Douglas de Oliveira Alves.













