Pesquisa Quaest mostra como Caiado pode derrotar Lula em 26
Brasileiros estão mais preocupados com segurança pública do que com saúde, o que beneficia o governador de Goiás na disputa à presidência da República.

A pesquisa Quaest, divulgada na última quarta-feira (10), trouxe um fator decisivo para a eleição presidencial de 2026, que fortalece, e muito, o governador Ronaldo Caiado (União) na disputa contra o presidente Lula (PT).
Se por um lado, os dados do levantamento apontam que a aprovação do Governo Lula subiu de 50% para 54%, do outro traz que os brasileiros estão mais preocupados com a violência nos grandes centros urbanos do que com saúde.
Ao colocar o tema no cenário eleitoral de 2026, o pré-candidato que parece ter mais a ganhar com essa situação é Caiado, cuja administração é focada no combate à violência.
Durante a campanha, Caiado poderá destacar suas ações que contribuíram para tornar Goiás um dos estados mais seguros do país.
Ele ainda tem a seu favor os dados de várias pesquisas que o coloca como o melhor governador do Brasil e isso significa que seu governo vai bem em todas as áreas.
Caiado já recebeu elogios de políticos de diferentes espectros, incluindo o ex-senador Cristovam Buarque, do DF, e o ex-ministro Ciro Gomes, que recentemente descreveu o governador de Goiás como um “excelente gestor”.
Esses reconhecimentos podem ser um indicativo de seu potencial para vencer as eleições em 2026, desafiando Lula na busca pelo quarto mandato.
O estudo ainda mostra como o governador ainda pode crescer eleitoralmente no país se continuar colocando o tema em debate nacionalmente
Esta conclusão é fácil de fazer. Basta olhar pesquisas passadas que trazem a visão dos brasileiros sobre o tema segurança. Isso mostra que o PT erra muito neste segmento, o que deve ser aproveitado pelo pré-candidato do União Brasil.
Veja os dados
Em abril de 2023, a economia liderava as preocupações com 31% das menções, mas esse número tem diminuído desde agosto. A violência, que tinha 12% das citações em abril, subiu para 19% atualmente.
As questões sociais, que caíram de 22% em abril para 13% em dezembro, também apresentam uma tendência de alta.
















