Caiado não comparecerá ao ato de Bolsonaro no 7 de Setembro
Governador de Goiás avalia que o momento deve ser de pacificação e não de acirrar ainda mais os ânimos entre a política o judiciário

A equipe do governador Ronaldo Caiado (UB) confirmou ao G5News de que o pré-candidato à presidência da República não irá ao evento organizado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e pastor Silas Malafaia no 7 de Setembro na Avenida Paulista, em São Paulo.
Caiado avalia que o momento deve ser de pacificação entre a política e o Supremo Tribunal Federal (STF).
Caiado explicou sua posição: "O momento atual não é de acirrar ainda mais a polarização".
Bolsonarista devem protestar contra as decisões do ministro Alexandre de Moraes que determinou a derrubada do X, antigo Twitter, após o dono da plataforma, o multimilionário Elon Musk, não cumprir determinações judiciais.
O ex-presidente Jair Bolsonaro divulgou um vídeo convocando seus apoiadores para um ato que, segundo ele, será "patriótico para o resgate da democracia". O evento, programado para coincidir com as comemorações do Dia da Independência, promete seguir o formato da manifestação realizada em fevereiro deste ano, que também contou com a organização do pastor Silas Malafaia.
Bolsonaro, que é alvo de investigações por suspeitas relacionadas a seus atos durante e após seu mandato, destacou em seu vídeo que o ato servirá para "mostrar ao mundo o que estamos sofrendo". Ele pediu anistia para os que considera prisioneiros políticos e expressou seu descontentamento com as condições dos que, segundo ele, "morreram em prisão sem o direito de se defender".
Malafaia, que irá liderar o evento, prometeu um discurso "duríssimo" contra o ministro Alexandre de Moraes do STF.
O pastor afirmou que seu pronunciamento incluirá um pedido de impeachment do ministro, alegando que Moraes teria tomado decisões que favoreceram o atual governo e prejudicado Bolsonaro e seus aliados. Malafaia planeja entregar um pedido formal de impeachment dois dias após o ato, com a meta de coletar milhões de assinaturas e apoio de juristas para sustentar a acusação.












