Bruno Peixoto desponta em pesquisa e vira surpresa na disputa para prefeito de Goiânia
No estudo, realizado entre março e abril deste ano, o presidente da Assembleia Legislativa tinha 3,1% dos votos para prefeito já em setembro subiu para 8,3%.

A movimentação política realizada pelo presidente da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), Bruno Peixoto (União), para se consolidar como um dos principais nomes na disputa pela Prefeitura de Goiânia, tem surtido efeito positivo nos últimos meses. Bruno foi um dos candidatos que mais cresceu em intenções de voto em cinco meses, em comparação com os outros nomes apresentados na pesquisa realizada pelo Instituto Percent Brasil em parceria com o G5News.
No estudo, realizado entre março e abril deste ano, o deputado tinha 3,1% dos votos para prefeito. Dentro da margem de erro, que era de 3,4%, ele tinha entre 0% e 7,5%.
Em um novo levantamento realizado entre os dias 29 e 30 de setembro, o deputado aparece com o dobro de votos: 8,3%. Dentro da margem de erro, ele tem entre 4,9% e 11,7% ultrapassando nomes como Silvye Alves (União), o atual prefeito Rogério Cruz (Republicanos) e se aproximando de Gustavo Gayer (PL).
O líder da pesquisa, senador Vanderlan Cardoso (PSD), tinha 10% em março e também dobrou a pontuação, alcançando 20% dos entrevistados.
A segunda colocada, deputada federal Adriana Accorsi (PT), teve crescimento menos expressivo. Ela tinha 16,3% na pesquisa anterior e agora aparece com 19,1%.
O deputado extremista Gustavo Gayer tinha 11% em setembro e agora alcançou 14%. Dentro da margem de erro, pode está empatado com Bruno Peixoto.
Silvye Alves, também deputada federal, manteve-se estável. Ela tinha 5,5% em abril e agora tem 6%, ou seja, oscilou dentro da margem de erro.
Rogério Cruz teve 4,6% dos votos e agora tem 5,5%. Apesar das movimentações políticas, o atual chefe do executivo ainda não conseguiu aumentar seu apoio entre os goianienses.
Major Vitor Hugo, ex-deputado federal, tinha 6% na pesquisa anterior. No levantamento atual, seu apoio diminuiu, pontuando apenas 3%.
O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Rafael Lara, obteve 2,1% das intenções de voto em abril. No levantamento de setembro, essa pontuação caiu para 0,7%.
Em ambas as pesquisas, os votos nulos e em branco representaram entre 10% e 11%, enquanto os indecisos ficaram entre 7,9% e 8,3%.
Em abril, 9% dos entrevistados não souberam responder, enquanto em setembro apenas 1% ficou nessa situação.
Veja quem caiu e quem subiu na nova pesquisa Percent
Percent/G5News















