“Chamavam de Amizade”: livro de Thiago Cotrim emociona e abre debate sobre saúde mental nas relações
Obra escrita pelo jornalista goiano viraliza nas redes antes mesmo do lançamento oficial e inspira leitores a romper ciclos tóxicos

O jornalista Thiago Cotrim, com mais de 20 anos de carreira na imprensa brasileira, está prestes a lançar seu primeiro livro — e o impacto já ultrapassa fronteiras. Intitulado Chamavam de Amizade, a obra nasceu dos diários de adolescência do autor e se transformou em um manifesto sobre vínculos afetivos que machucam, desgastam e aprisionam silenciosamente.
Previsto para o segundo semestre de 2025, o livro vem provocando comoção nacional mesmo antes de chegar às livrarias. Trechos divulgados nas redes sociais viralizaram em páginas de psicologia, grupos de apoio e até perfis de artistas. Leitores relatam identificação imediata, revelando lágrimas, silêncios prolongados e até decisões de mudança após o contato com pequenos fragmentos do texto.
“Não é um livro para agradar. É para libertar”, resume Cotrim, que encontrou na escrita um caminho para dar sentido a experiências de rejeição, bullying e isolamento vividas na juventude.
A obra mergulha nos bastidores das chamadas amizades tóxicas, nos laços por interesse e nos afetos unilaterais. Sem recorrer a termos técnicos, mas com profundidade e sensibilidade, o jornalista oferece reflexões que funcionam como espelhos emocionais.
Depoimentos de leitores reforçam a força da obra:
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“Achei que tinha uma amiga de verdade por 20 anos. Só um trecho do livro me mostrou que era uma prisão emocional”, contou Sueli, 49 anos, da Bahia.
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“Esse texto falou por mim. Entendi que ser boa demais não é virtude quando só um lado se entrega”, relatou Ísis, 27 anos, de Santa Catarina.
Além da repercussão literária, Thiago Cotrim já planeja transformar o projeto em palestras e rodas de conversa. “Quero mais do que vender livros. Quero encontrar pessoas, ouvir histórias e provocar libertações. Meu desejo é que essa obra se torne uma ferramenta de cura coletiva”, afirma.
Casado com a fisioterapeuta Luana Carvalho e pai de duas meninas — Luyara Angel, de 10 anos, e a pequena Loany, de apenas 3 meses —, o autor vê no livro também um símbolo de renovação afetiva em sua própria vida.
Mais do que denunciar amizades que adoecem, Chamavam de Amizade é um convite ao autocuidado. “Não se trata de odiar o outro, mas de não se abandonar em nome de ninguém”, conclui Cotrim.












