Clécio chama operação contra o filho de “circo” e fala em “tempos sombrios” na política
O parlamentar afirmou que o país vive “tempos sombrios” e questionou o que considera interferências políticas em investigações realizadas em períodos eleitorais

O deputado estadual Clécio Alves (PSDB) utilizou a tribuna da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), nesta quinta-feira (11), para criticar uma operação da Polícia Civil de Goiás (PCGO) que cumpriu mandados judiciais na residência do vereador por Goiânia Luan Alves (MDB), seu filho. Durante o pronunciamento, o parlamentar afirmou que o país vive “tempos sombrios” e questionou o que considera interferências políticas em investigações realizadas em períodos eleitorais.
Vestindo uma camiseta com a frase “Fora Mabel”, em protesto à atual gestão municipal, Clécio também direcionou críticas a veículos de comunicação que repercutiram a operação, em especial à TV Anhanguera. Segundo ele, a cobertura deu destaque ao nome do vereador, mesmo sem que, até o momento, tenham sido apresentadas provas que o vinculem diretamente a irregularidades. “Quero que provem que Luan Alves recebeu propina. Até agora não apresentaram nada. Isso é mais um circo”, declarou.
“Toda a mídia só fala do vereador Luan Alves, que era justamente quem não aceitava propina e dificultava a malandragem. Então quero que eles provem que Luan Alves, ex-presidente da Agência Municipal de Meio Ambiente recebia propina. Não me pronunciei ontem porque estava aguardando os advogados me dizerem do que se tratava, e isso é mais um circo”, concluiu.
Investigação
A investigação é conduzida pela Delegacia Estadual de Combate à Corrupção (Deccor) e apura um suposto esquema de cobrança de propina para a liberação e renovação de alvarás de empresas do setor de entretenimento em Goiânia. De acordo com o delegado Danilo Victor Souza, empresários seriam obrigados a realizar pagamentos indevidos para obter autorizações necessárias para a realização de eventos. Conforme a apuração, os valores seriam repassados posteriormente a agentes públicos envolvidos nos processos de liberação.
Em nota encaminhada à imprensa após a operação, Luan Alves afirmou ter sido surpreendido pelo cumprimento do mandado judicial e declarou estar colaborando com as autoridades. O vereador ressaltou que, durante o período em que presidiu a Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma), todas as decisões adotadas seguiram os limites da legislação vigente. O caso segue sob investigação da Polícia Civil.

Vanderlan e Gayer têm as maiores rejeições na disputa pelo Senado, aponta Paraná Pesquisas
Senador chega a 14,6% de rejeição, seguido pelo deputado federal, com 12,9%; líder nas intenções de voto, Gracinha Caiado aparece logo depois, com 11,5%

Gracinha lidera com folga corrida pelo Senado; Gayer em segundo e Vanderlan terceiro
Candidata do União Brasil chega a 41%, enquanto Gustavo Gayer marca 27,1% e Vanderlan Cardoso aparece com 21,4%













