Pão e circo na Câmara de Canedo para esquecer da realidade

Um grupo de vereadores, liderados pelo vereador Reinaldo Alves (PSDB), que compõe a base de Fernando Pellozo (PSD), decidiu que irá transformar todas as sessões da Câmara de Senador Canedo na “política do pão e circo”, como na Roma antiga, quando eram organizados grandes banquetes e eventos bancado pelos Imperadores, que tinha como pano de fundo a estratégia política de "ludibriar" a população e desvirtuar da discussão séria e dos pontos principais pertinentes à sociedade.
Tumultuada por Reinaldo Alves, que se coloca como o "Bobo da Corte", responsável por orquestrar as confuões e distrair os demais, a Câmara de Canedo não consegue discutir projetos importantes para o bem comum. As discussões começam, Reinaldo tumultua, cria confusão e desvirtua o debate par levar sempre para o mesmo ponto: a presidência do Legislativo.
Isso ocorre mesmo após o Tribunal de Justiça (TJGO), por sete vezes, e o Supremo Tribunal Federal (STF) também reafirmar que, neste momento, até o fim do processo, Carpegiane Silvestre (Patriota) segue como presidente legítimo da Câmara.
A sensação de quem assiste de fora a briga interna é de que tudo está bem orquestrado entre a base governista e o Executivo. A meta é fazer barulho e travar projetos enquanto a oposição esquece de cobrar o "imperador", quer dizer o prefeito, sobre temas importantes como Saúde, Educação e Infraestrutura.
A gestão Pellozo é desastrosa, mas soube politicamente colocar a Câmara de Vereadores "de joelho" para tentar derrubar Carpegiane.
Nesta terça-feira (21), Reinaldo agiu mais uma vez para pressionar Carpegiane e exigir um sobrestamento sobre a eleição da Mesa. Ele argumenta que os vereadores têm direito de mudar de opinião após ter reelegido antecipadamente o atual presidente por ampla maioria em novembro de 2021.
A sessão mais uma vez precisou ser suspensa e, posteriormente, encerrada por falta de quórum.
Enquanto os vereadores debatem o comando da Casa, os “chefões” do Executivo deitam e rolam sem oposição.















