Após perder prédio da Unifan, empresário Alcides deve R$ 3,8 milhões em aluguéis – veja documento
Documento registrado em cartório prova que o candidato a prefeito de Aparecida "perdeu" o prédio da universidade por dívida com o Banco do Brasil, alugou o mesmo imóvel e deu um novo "calote".

O caso envolvendo o Banco do Brasil e o candidato a prefeito Professor Alcides (PL), divulgado pelo Jornal Opção, é um exemplo gritante de como a falta de responsabilidade financeira e ética pode minar a confiança em figuras públicas e instituições.
O caos financeiro pessoal e a conduta com a qual trata esses assuntos, já que por própria escolha se colocou na vida pública, consequentemente, devendo respostas ao povo, servem de avaliação se um candidato “desses” tem capacidade de gerir dinheiro público, de gestão e, principalmente, capacidade de cuidar do povo, já que parece não conseguir cuidar das próprias contas.
A dívida de R$ 3,83 milhões, acumulada ao longo de anos de aluguéis não pagos, não é apenas um problema financeiro, mas um reflexo de uma gestão irresponsável e de uma tentativa contínua de evitar assumir responsabilidades e arcar com as consequências.
Reproduçã/G5News
O documento mostra que o imóvel (Quadra 26 do loteamento "Jardim das Esmeraldas", Avenida Bela Vista) é de propriedade do Banco do Brasil
Desde 2004, o Banco do Brasil tenta recuperar o valor devido por Alcides e sua empresa, relacionado ao aluguel de um imóvel ocupado pela Faculdade Alfredo Nasser (Unifan) em Aparecida.
A tentativa de Alcides de impedir a posse do imóvel pelo banco, mesmo após a arrematação, demonstra uma clara falta de compromisso com suas obrigações financeiras.
A determinação judicial de pagar um aluguel mensal de R$ 5 mil, que resultou na dívida milionária, foi uma medida justa para assegurar que o banco não fosse prejudicado enquanto a posse do imóvel era contestada.
O Banco do Brasil, ao solicitar penhoras online e buscas detalhadas para identificar ativos financeiros de Alcides, está agindo dentro de seus direitos para garantir o recebimento do montante devido.
No entanto, a resistência contínua de Alcides em cumprir suas obrigações financeiras levanta questões sérias sobre sua integridade e capacidade de gestão, especialmente, considerando sua atual posição como candidato a prefeito de Aparecida de Goiânia, que pode levar o município à penúria “financeira”.
Este caso não é apenas sobre uma dívida financeira; é sobre a confiança pública e a responsabilidade ética. A tentativa de Alcides de evitar o pagamento, mesmo após decisões judiciais claras, é um desrespeito não apenas ao Banco do Brasil, mas também ao sistema judicial e aos cidadãos que ele pretende representar.
A confiança em figuras públicas é fundamental para a saúde de uma democracia, e casos como este corroem tudo aquilo que se espera de um bom gestor, principalmente, de um mandatário público que terá nas mãos o controle de uma cidade com a obrigação de atender a população, entregar saúde, educação e infraestrutura. Tudo que pode se tornar “caos” ao cidadão com a falta de capacidade de gestão e o talento par ao endividamento.
Além disso, a existência de outras ações de execução contra Alcides em Goiás, como o caso de um condomínio em Caldas Nocas, destaca um padrão preocupante de comportamento financeiro irresponsável. É imperativo que figuras públicas sejam transparentes e responsáveis em suas finanças pessoais e profissionais, pois suas ações refletem diretamente em sua capacidade de governar e cuidar da população, já que são esses que mantêm a estrutura de governança.
O caso Banco do Brasil vs. Professor Alcides é um alerta sobre a importância da responsabilidade financeira e ética. A sociedade deve exigir transparência e responsabilidade de suas figuras públicas, e o sistema judicial deve continuar a agir de forma rigorosa para garantir que as obrigações financeiras sejam cumpridas.
Somente assim poderemos manter a confiança nas instituições e nas pessoas que nos representam.













