Robinho contradiz áudios, não mostra provas contra estupro e vê racismo
Jogador alegou que a mulher que o acusou estava consciente na boate em Milão e ainda apontou racismo por parte da Justiça italiana.

O ex-atacante Robinho, condenado na Itália por estupro, deu uma entrevista ao Domingo Espetacular, da Record, na qual negou mais uma vez ter cometido o crime na Itália.
Robinho contradisse os áudios captados durante as investigações — obtidos pelo UOL —, alegou que a mulher que o acusou estava consciente na boate em Milão e ainda apontou racismo por parte da Justiça italiana.
O jogador apresentou durante a entrevista mensagens e alguns exames, mas não mostrou provas de que não tenha cometido o ato, em si, de estupro.
"Os áudios foram um ano depois do ocorrido. Foi em 2014. Naquele contexto, eu não estava conversando com pessoas confiáveis. Eles começaram com uma história de gravidez. Depois, trocaram dizendo que queria me cobrar 60 mil euros. Minha risada foi de indignação. 'Vocês não vão me extorquir'. Sei que não cometi nada, não engravidei nenhuma mulher. Não foi de deboche às mulheres, de deboche à vítima. Foi simplesmente querendo me livrar daquela situação, porque eu estava 100% seguro que eu estava sendo extorquido", disse.













