Quebra de silêncio pode estragar planos eleitorais do PL
Ao responder a todas as perguntas sobre a arquitetura golpista montada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e alguns dos seus então principais auxiliares

O depoimento de mais de sete horas do ex-comandante do Exército, general Freire Gomes, na sexta-feira (1º), à Polícia Federal (PF), na condição de testemunha, tem o potencial de causar profundo estrago nas pretensões eleitorais da extrema-direita — e não apenas para as eleições municipais de outubro, mas também para 2026.
Ao responder a todas as perguntas sobre a arquitetura golpista montada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e alguns dos seus então principais auxiliares, o militar também rompe o pacto de silêncio e se soma à postura adotada pelo presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e pelo ex-ministro da Justiça Anderson Torres, em 22 de fevereiro.












