Empresário goiano fecha redes sociais e " desaparece" após prisão de extremistas
O empresário Raif Jibran Filho, sócio administrador do restaurante Rústico Premium, na Vila São Jorge, em Alto Paraíso de Goiás, postou imagens do momento dos ataques e instigou seguidores aos atos antidemocráticos

O empresário Raif Jibran Filho, sócio-administrador do restaurante Rústico Premium, na Vila São Jorge, em Alto Paraíso de Goiás (429 km de Goiânia), foi identificado como mais um goiano entre os "extremistas" que participaram dos ataques às sedes dos Três Poderes no "8 de janeiro" e segue "desaparecido" desde que começaram as prisões dos bolsonaristas radicais apontados como terroristas e que estão sendo responsabilizados pelos atos de vandalismo no Distrito Federal.
O empresário, no dia dos ataques, postou fotos e vídeos nas redes sociais instigando a participação dos seguidores, onde relata o confronto com as forças de segurança, quando diz sobre tiros de borracha e gás lacrimogêneo, reafirma o discurso bolsonarista de "essa p*rra é nossa c*a*alho" e xinga a população que não está participando dos ataques.
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“Dia 8, aqui domingo, mostrando que o poder emana do povo. Estamos aqui tomando tiro de borracha, gás lacrimogêneo, mostrando que essa p*rra é nossa c*a*alho. E você que está de férias aí na praia vai tomar no c*”.
No entanto, após os ataques encerrados pelo Exército e demais forças de segurança na Praça dos Três Poderes, centenas de vândalos presos, rodovias bloqueadas para cercar àqueles que tentaram fugir e ainda o trabalho de identificação dos "terroristas" por meio das redes sociais, o empresário não foi mais encontrado. A avaliação é de que teria "foragido" com medo de ser identificado, localizado e preso.
Chama atenção de as redes sociais de Jibran Filho terem sido "fechadas" ou até mesmo excluídas. As mesmas usadas para instigar o terrorismo no 8 de janeiro.
O G5 News tentou entrar em contato com o empresário no telefone pessoal por meio da empresa onde é proprietário, mas as ligações não foram atendidas. O espaço segue aberto para qualquer posicionamento ou "manifestação" que o Jibran Filho deseje fazer.
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