Detenta afirma que engravidou de enfermeiro durante sexo no posto de saúde da prisão
Durante as investigações administrativas, a presa confirmou que o próprio acusado havia fornecido diversos testes de gravidez anteriormente. Após a revelação, a mulher foi transferida para a Unidade Prisional Feminina de Inhumas

Após "explodir" o grave escândalo sexual envolvendo profissionais de saúde e agentes penitenciários da Casa de Prisão Provisória (CPP) de Aparecida de Goiânia. Uma detenta denunciou estar grávida de um enfermeiro que prestava atendimento na unidade, desencadeando uma investigação que revelou um possível esquema de relações sexuais entre funcionários e detentas.
A Polícia Penal (PP) recebeu a denúncia no dia 7 de janeiro, apontando que servidores da saúde e policiais mantinham relações amorosas e sexuais com detentas no posto de saúde da prisão. Durante as investigações administrativas, uma detenta confirmou estar grávida do enfermeiro, relatando que ele próprio havia fornecido diversos testes de gravidez anteriormente. Após a revelação, a mulher foi transferida para a Unidade Prisional Regional Feminina de Inhumas.
Medidas administrativas
Como consequência das denúncias, diversos profissionais foram afastados:
- O enfermeiro teve seu contrato com a Prefeitura de Aparecida de Goiânia encerrado
- Um médico também suspeito foi afastado
- Dois policiais penais foram temporariamente removidos de suas funções, um por 6 meses e outro por 30 dias, mantendo seus salários
- Os profissionais de saúde foram proibidos de entrar em qualquer unidade prisional por tempo indeterminado
O diretor-geral da Polícia Penal, Josimar Pires Nicolau do Nascimento, declarou que os depoimentos coletados apresentam "narrativas de supostas práticas ilícitas e irregulares que causam espanto". A instituição instaurou uma sindicância no dia 8 de janeiro para apurar o caso.
O Conselho Regional de Enfermagem de Goiás (Coren-GO) informou que está tomando as providências cabíveis para investigar as possíveis irregularidades éticas. Já o Conselho Regional de Medicina (Cremego) aguarda notificação oficial para iniciar as apurações.
Maxsuell Miranda Das Neves, presidente do Sindicato dos Servidores do Sistema de Execução Penal no Estado de Goiás (Sinsep), embora tenha ressaltado o princípio da presunção de inocência, afirmou que, caso comprovadas as irregularidades, os responsáveis devem ser punidos.
A Polícia Penal reforçou seu compromisso com a integridade física e moral dos detentos, afirmando que "não coaduna com qualquer tipo de conduta" que viole esses princípios. O caso segue em investigação.

Goiás prorroga feirão de renegociação de ICMS, IPVA e ITCD com descontos de até 99% em juros e multas
A medida beneficia tanto pessoas físicas quanto jurídicas que possuem débitos tributários gerados no estado.

Motorista foge após causar capotamento na GO-330, é pego bêbado pela PM mas acaba solto na Justiça
Um carro branco em alta velocidade atingiu a traseira de um veículo preto, que capotou e parou no canteiro da rodovia. Câmeras de segurança registraram o momento da colisão.











