Botafogo tem ataque ineficiente e problema vira rotina
Volante resolve, atacantes somem e clube se preocupa

O Botafogo vive um cenário preocupante em 2026: o ataque não entrega, e quem resolve é um volante. Em 20 jogos na temporada, o time marcou 25 gols — mas apenas 7 saíram dos pés dos atacantes, o que representa só 28% da produção ofensiva.
O principal nome do setor é o volante Danilo, artilheiro do time com seis gols. A eficiência ajuda, mas escancara o problema: quem deveria decidir está devendo.
Jogadores como Arthur Cabral, Matheus Martins e Júnior Santos não conseguiram engrenar. Nem as tentativas do técnico Martín Anselmi surtiram efeito — e ele acabou demitido.
Para piorar, o espanhol Chris Ramos ainda não estreou por lesão, enquanto o jovem Kadir Barría perdeu espaço.
O “Botafogo Way”, que prometia futebol ofensivo sob comando de John Textor, ainda não saiu do papel — e o ataque virou dor de cabeça.











