Mídia do eixo Rio São Paulo tem "tara" em Gustavo Lima

A lacração para derrubar o presidente Jair Bolsonaro não tem limites. Bastou o cantor Zé Neto (da dupla com Cristiano), durante show em MT, criticar artistas que pegam dinheiro da Lei Rouanet e "tatuam o toba", para começar uma militância ferrenha em cima dos sertanejos. Shows no interior bancados por prefeituras viraram motivos de denúncias no MP. Shows, aliás, que são promovidos e pagos por prefeituras de pequenas cidades, desde sempre.
A bola da vez mora em Goiânia, Gustavo Lima. Uma grande emissora de TV, em um de seus mais antigos programas, deu voz e vez a uma artista criticada. Ela fez insinuações, sem provas, de pagamentos de propinas nesses contratos com prefeituras. Gustavo lima tem show estimado em R$ 1,2 milhão, mas tudo isso é apenas pano de fundo.
O problema todo da extrema imprensa está em cima de uma das lojas da rede de açougues, da qual o cantor é sócio, em Goiânia. Um helicóptero plotado com a bandeira do Brasil, o rosto do presidente e o nome Bolsonaro na fuselagem, desde a visita do chefe do Executivo a Goiânia no dia 20 de maio. Aliás, no dia 21 em Brasília, Gustavo Lima cometeu a "heresia" de dizer que defende a Pátria, a família e Deus.
A que ponto chegamos!













