Vereadores travam construção de hospital e tentam proibir Festa do Peão em Goiás
Mesmo com 86% de aprovação do prefeito Wisner Araújo, parlamentares barram crédito de R$ 10 milhões

Dois vereadores de Corumbaíba, no interior de Goiás, tornaram-se alvo de forte pressão popular após se posicionarem contra dois pilares fundamentais para o município: a modernização da saúde pública e a manutenção das tradições culturais.
O centro da disputa é o Projeto de Lei nº 044/2026, enviado à Câmara pelo prefeito Wisner Araújo no dia 17 de março. O texto solicita autorização para um crédito de R$ 10 milhões junto à Caixa Econômica Federal. O recurso tem destino certo: a construção e o aparelhamento do novo Hospital Municipal.
Apesar da urgência cobrada pela prefeitura para ampliar o atendimento aos moradores, a matéria segue travada no Legislativo por iniciativa da dupla de oposição. A demora na votação tem gerado revolta, já que a estrutura atual da cidade necessita de investimentos urgentes para suportar a demanda da população.
Ataque às Tradições
Não bastasse a resistência ao hospital, os mesmos parlamentares agora tentam impedir a realização das festas mais queridas da cidade: o Aniversário de Corumbaíba e a Festa do Peão. Os eventos, além de fazerem parte da identidade cultural da região, são motores importantes da economia local, movimentando o comércio, hotéis e gerando empregos temporários.
O posicionamento dos vereadores parece ir na contramão do sentimento das ruas. Uma pesquisa recente mostra que a gestão de Wisner Araújo é um fenômeno de popularidade:
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86,3% de aprovação geral.
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77,5% avaliam o governo como bom ou ótimo.
Com esses números, a pressão sobre a Câmara Municipal só aumenta. Nas redes sociais, moradores questionam se a oposição é baseada em critérios técnicos ou se é apenas uma tentativa de "travar" a cidade para prejudicar a imagem do prefeito.
Expectativa
A expectativa é que o projeto do hospital seja colocado em pauta nos próximos dias. Caso a oposição continue bloqueando a matéria, o desgaste político pode ser irreversível para os parlamentares, que enfrentam uma população vigilante e decidida a cobrar melhorias na saúde e a manutenção do calendário festivo.













