Prefeito "paga" pós-graduação para servidores comissionados e TCM questiona 'benefícios'
Prefeito de Aragarças, Ricardo Galvão, e da secretária, Camilla de Sousa Lima, terão de pagar débito de R$ 17 mil e a aplicação de uma multa de R$ 2.5 mil para cada um

O Tribunal de Contas dos Municípios de Goiás (TCM-GO) rejeitou a prestação de contas do prefeito de Aragarças, Ricardo Galvão (União Brasil), e da secretária, Camilla de Sousa Lima, devido ao dano causado pelo custeio irregular de cursos de pós-graduação para servidores comissionados.
O pagamento dos cursos foi feito sem critérios objetivos na seleção dos servidores e sem a devida contraprestação dos benefícios ao município, em desacordo com lei municipal. A decisão também apontou violação dos princípios da impessoalidade e da moralidade.
Ricardo Galvão e Camilla de Sousa Lima recorreram da decisão, apresentando embargos de declaração, mas a decisão foi mantida, com a imputação de um débito de R$ 17.360,00 e a aplicação de uma multa de R$ 2.467,60 para cada um.












